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29 de setembro de 2008 / lussantiago

ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM EM UTI PED II

FUNÇÃO DA ENFERMAGEM EM UTI PEDIÁTRICA/NEONATAL

ENFERMEIRO

·        Ser uma pessoa tranqüila, ágil, de raciocínio rápido, de forma a adaptar-se, de imediato, a cada situação que se apresente à sua frente;

·        Conhecer desde a administração e efeito das drogas ate o funcionamento e adequação de aparelhos;

·        Organizar o trabalho da equipe, que passa a direcionar seus esforços em busca de um objetivo comum que é o de prestar assistência de qualidade, atendendo às reais necessidades apresentadas pelos pacientes sob seus cuidados;

·        Realizar o levantamento das necessidades do cliente e formular um planejamento de enfermagem eficiente, onde todos os instrumentos e ações devem focar a qualidade e o bem-estar do cliente;

·        Atender do cliente intensivo e seus familiares no que se refere às necessidades humanas básicas;

·        Documentar e registrar o plano de cuidados de saúde de sua clientela;

·        Obter a história do cliente, realizar exame físico, executar tratamento, aconselhando e ensinando a manutenção da saúde e orientando os enfermos para uma continuidade do tratamento e medidas;

·        Fazer um diagnóstico de enfermagem e prescrever as ações pertinentes que resultarão em respostas específicas do cliente;

·        Possuir a habilidade de pensar criticamente, analisar os problemas diários e encontrar soluções para os mesmos;

·        Avaliar a assistência, sendo que o resultado desta avaliação implica muitas vezes na decisão sobre a assistência no dia seguinte;

·        Conhecer profundamente as necessidades dos pacientes no que se refere à doença enquanto processo mórbido e suas conseqüências;

·        Preparar-se para a qualquer momento, atender pacientes com alterações hemodinâmicas importantes, as quais requerem conhecimento específico e grande habilidade para tomar decisões e implementá-las em tempo hábil;

·        Promover a adaptação do RN ou da criança ao novo ambiente (manutenção do equilíbrio térmico adequado, quantidade de umidade, luz, som e estimulo cutâneo);

·        Observar o quadro clínico (monitorização de sinais vitais e emprego de procedimentos de assistência especial);

·        Fornecer alimentação adequada para suprir as necessidades metabólicas dos sistemas orgânicos em desenvolvimento (se possível, aleitamento materno, se RN);

·         Realizar controle de infecção;

·        Estimular o RN e a criança;

·        Educar os pais e estimular visitas familiares;

·        Elaborar e manter um plano educacional;

·        Organizar, administrar e coordenar a assistência de enfermagem ao RN/criança e a mãe;

·        Desenvolver atividades multidisciplinares e orientar o ensino;

·         Supervisionar os cuidados de enfermagem prestados;

·        Controlar o uso e conservação dos materiais e instrumental

·        Registrar todas as ocorrências importantes referentes ao RN ou criança, bem como ao pessoal, as mudanças de procedimento, entre outras coisas;

·        Ajudar os pais a estabelecer o vínculo com seu filho durante a internação, explicando os procedimentos realizados, o tratamento e reforçar continuamente as informações passadas pelo médico do RN/criança em relação à sua condição e prognóstico;

·        Criar um ambiente propício para o tratamento, livre de estímulos nocivos, que minimize os efeitos negativos da doença e da separação dos pais;

·        Este profissional deve estar preparado para o enfrentamento de intercorrências emergentes necessitando para isso conhecimento científico e competência clínica (experiência);

·        Coordenador da assistência de enfermagem, implementando-a por meio de esquema de planejamento, está garantido o desenvolvimento de suas atividades básicas (administrativas, assistenciais e de ensino);

·        Aliar à fundamentação teórica a capacidade de liderança, o trabalho, o discernimento, a iniciativa, a habilidade de ensino, a maturidade e a estabilidade emocional;

·        Utilizar-se de todos os recursos disponíveis para uma assistência eficiente, rápida e humana, proporcionando conforto e tranqüilidade aos pacientes sob seus cuidados;

·        Coordenar a equipe de enfermagem, sendo que isto não significa distribuir tarefas e sim o conhecimento de si mesmo e das individualidades de cada um dos componentes da equipe;

·        Ter conhecimento científico, prático e técnico, a fim de que possa tomar decisões rápidas e concretas, transmitindo segurança a toda equipe e principalmente diminuindo os riscos que ameaçam a vida do paciente;

·        Atualizar-se freqüentemente, desenvolvendo com a equipe médica e de enfermagem habilidades para que possam atuar em situações inesperadas de forma objetiva e sincrônico na qual estão inseridos;

·        Estabelecer programas de educação continuada de sua equipe;

·        Assumir o papel de elo de ligação entre o paciente e a equipe multiprofissional;

·        Assumir, nas 24 horas do dia, a coordenação da dinâmica da unidade;

·        Cuidar do paciente, tanto nos casos de emergência quanto no apoio à vida;

·        Pensar criticamente analisando os problemas e encontrando soluções para os mesmos, assegurando sempre sua prática dentro dos princípios éticos e bioéticos da profissão;

·        Avaliar, sistematizar e decidir sobre o uso apropriado de recursos humanos, físicos, materiais e de informação no cuidado ao paciente de terapia intensiva, visando o trabalho em equipe, a eficácia e custo-efetividade;

·        Promover continuamente seu próprio desenvolvimento profissional.

 

TÉCNICO DE ENFERMAGEM

 

·           Prestar assistência de enfermagem segura, humanizada e individualizada aos clientes, sob supervisão do enfermeiro, assim como colaborar nas atividades de ensino e pesquisa desenvolvidas na Instituição;

·        Auxiliar o superior na prevenção e controle das doenças transmissíveis em geral, em programas de vigilância epidemiológica e no controle sistemático da infecção hospitalar;

·        Preparar clientes para consultas e exames, orientando-os sobre as condições de realização dos mesmos;

·        Colher e ou auxiliar o cliente na coleta de material para exames de laboratório, segundo orientação;

·        Realizar exames de eletrodiagnósticos e registrar os eletrocardiogramas efetuados, segundo instruções médicas ou de enfermagem;

·        Orientar e auxiliar clientes, prestando informações relativas à higiene, alimentação, utilização de medicamentos e cuidados específicos em tratamento de saúde;

·        Verificar os sinais vitais e as condições gerais dos clientes, segundo prescrição médica e de enfermagem;

·        Preparar e administrar medicações por via oral, tópica, intradérmica, subcutânea, intramuscular, endovenosa e retal, segundo prescrição médica, sob supervisão do Enfermeiro;

·         Cumprir prescrições de assistência médica e de enfermagem;

·        Realizar a movimentação e o transporte de clientes de maneira segura;

·        Auxiliar nos atendimentos de urgência e emergência;

·        Realizar controles e registros das atividades do setor e outros que se fizerem necessários para a realização de relatórios e controle estatístico;

·        Circular e instrumentar em salas cirúrgicas e obstétricas, preparando-as conforme o necessário;

·        Efetuar o controle diário do material utilizado, bem como requisitar, conforme as normas da Instituição, o material necessário à prestação da assistência à saúde do cliente;

·        Controlar materiais, equipamentos e medicamentos sob sua responsabilidade;

·        Manter equipamentos e a unidade de trabalho organizada, zelando pela sua conservação e comunicando ao superior eventuais problemas;

·        Executar atividades de limpeza, desinfecção, esterilização de materiais e equipamentos, bem como seu armazenamento e distribuição;

·        Propor a aquisição de novos instrumentos para reposição daqueles que estão avariados ou desgastados;

·        Realizar atividades na promoção de campanha do aleitamento materno bem como a coleta no lactário ou no domicílio;

·        Auxiliar na preparação do corpo após o óbito;

·        Participar de programa de treinamento, quando convocado;

·        Executar tarefas pertinentes à área de atuação, utilizando-se de equipamentos e programas de informática.;

·         Executar outras tarefas compatíveis com as exigências para o exercício da função.

 

FONTE:

1.      CARVALHO, P.R. et AL. Manual de Terapia Intensiva II – Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Pediatria; 1994

2.      Conselho Regional De Medicina Do Estado De São Paulo – Resolução Cremesp No. 170, de 06 de novembro de 2007

3.      Enfermagem na UTI Neonatal – www.medicinaintensiva.com.br/neonatologia.htmvisita em 28/09/2008

4.      Governo do Paraná – Função: Técnico Em Enfermagem – Anexo II (Res. Conj. No. 002/2006, SETI/SEAP

5.      MINCOFF, R. C. et al. Histórico de Enfermagem Baseado no Diagnóstico de Enfermagem Nanda para UTI Geral do Hospital Universitário Cajuru – Curitiba: 2007

6.      SILVA, M. O Papel do Enfermeiro na Unidade de Tratamento Intensivo – 2008. http://enfermagem-intensiva.co

 

Luzinete: lussantiago@hotmail.com

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